quarta-feira, 3 de junho de 2015

A Salamanca do Jarau (Lenda do Rio Grande do Sul)


No tempo dos padres jesuítas, existia um moço sacristão no Povo de Santo Tomé, na Argentina, do outro lado do rio Uruguai. Ele morava numa cela de pedra nos fundos da própria igreja, na praça principal da aldeia.
Ora, num verão mui forte, com um sol de rachar, ele não conseguiu dormir a sesta. Vai então, levantou-se, assoleado e foi até a beira da lagoa refrescar-se. Levava consigo uma guampa, que usava como copo.
Coisa estranha: a lagoa toda fervia e largava um vapor sufocante e qual não é a surpresa do sacristão ao ver sair d'água a própria Teiniaguá, na forma de uma lagartixa com a cabeça de fogo, colorada como um carbúnculo. Ele, homem religioso, sabia que a Teiniaguá - os padres diziam isso!- tinha partes com o Diabo Vermelho, o Anhangá-Pitã, que tentava os homens e arrastava todos para o inferno. Mas sabia também que a Teiniaguá era mulher, uma princesa moura encantada jamais tocada por homem.
Aquele pelo qual se apaixonasse seria feliz para sempre.
Assim, num gesto rápido, aprisionou a Teiniagá na guampa e voltou correndo para a igreja, sem se importar com o calor. Passou o dia inteiro metido na cela, inquieto, louco que chegasse a noite.
Quando as sombras finalmente desceram sobre a aldeia, ele não se sofreu: destampou a guampa para ver a Teiniaguá. Aí, o milagre: a Teiniaguá se transformou na princesa moura, que sorriu para ele e pediu vinho, com os lábios vermelhos. Ora, vinho só o da Santa Missa. Louco de amor, ele não pensou duas vezes: roubou o vinho sagrado e assim, bebendo e amando, eles passaram a noite.
No outro dia, o sacristão não prestava para nada. Mas, quando chegou a noite, tudo se repetiu. E assim foi até que os padres finalmente desconfiaram e numa madrugada invadiram a cela do sacristão. A princesa moura transformou-se em Teiniaguá e fugiu para as barrancas do rio Uruguai, mas o moço, embriagado pelo vinho e de amor foi preso e acorrentado.
Como o crime era horrível - contra Deus e a Igreja! - foi condenado a morrer no garrote vil, na praça, diante da igreja que ele tinha profanado.
No dia da execução, todo o Povo se reuniu diante da igreja de São Tomé. Então, lá das barrancas do rio Uruguai a Teiniaguá sentiu que seu amado corria perigo. Aí, com todo o poder de sua magia, começou a procurar o sacristão abrindo rombos na terra, um valos
enormes, rasgando tudo. Por um desses valos ela finalmente chegou à igreja bem na hora em que o carrasco ia garrotear o sacristão. O que se viu foi um estouro muito grande, nessa hora, parecia que o mundo inteiro vinha abaixo, houve fogo, fumaça e enxofre e tudo afundou e tudo desapareceu de vista. E quando as coisas clarearam a Teiniaguá tinha libertado o sacristão e voltado com ele para as barrancas do rio Uruguai.
Vai daí, atravessou o rio para o lado de cá e ficou uns três dias em São Francisco de Borja, procurando um lugar afastado onde os dois apaixonados pudessem viver em paz. Assim, foram parar no Cerro do Jarau, no Quaraim, onde descobriram uma caverna muito funda e comprida. E lá foram morar, os dois.
Essa caverna, no alto do Cerro, ficou encantada. Virou Salamanca, que quer dizer "gruta mágica", a Salamanca do Jarau. Quem tivesse
coragem de entrar lá, passasse 7 Provas e conseguisse sair, ficava com o corpo fechado e com sorte no amor e no dinheiro para o
resto da vida.
Na Salamanca do Jarau a Teiniaguá e o sacristão se tornaram os pais dos primeiros gaúchos do Rio Grande do Sul. Ah, ali vive
também a Mãe do Ouro, na forma de uma enorme bola de fogo. Às vezes, nas tardes ameaçando chuva, dá um grande estouro numa

das cabeças do Cerro e pula uma elevação para outra. Muita gente viu, até o Egnaldo viu!!!

Adão Oliveira

Evangelho no Lar

1. Escolha o dia de sua preferência. Sugerimos um dia de fácil memorização, por exemplo, segunda ou sexta-feira.
2. Escolha um aposento silencioso e agradável da casa, de preferência a sala de jantar, e que esteja com os aparelhos eletro-eletrônicos desligados.
3. Coloque uma jarra com água sobre a mesa, para fluidificação. Na falta dessa podem ser utilizados copos, qualquer um, em número correspondente aos integrantes do Evangelho.
4. Sentar-se à mesa sem alarde e sem barulho.
5. Fazer a prece de abertura, a que toque mais fundamente o sentimento familiar. Pode ser uma prece pronta ou uma prece espontânea, o importante é, repetimos, o sentimento da fé e a confiança na Proteção Divina.
6. Após, fazer uma leitura breve de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Comentar com palavras próprias o trecho lido. No início poderá existir certa timidez, mas, com o correr do tempo, os comentários surgirão espontaneamente pois que os Espíritos amigos estarão auxiliando na compreensão dos textos selecionados.
7. Os demais integrantes poderão tecer comentários também, caso o desejem, mesmo que estes levem a assuntos pessoais e/ou a diálogos, naturalmente que sempre pertinentes ao tema em foco. O Evangelho no Lar é antes de tudo uma reunião de Espíritos reencarnados no mesmo ambiente, buscando através da prece, da elevação de pensamentos e do diálogo fraterno, o amparo e o auxílio do Mais Alto para seus problemas e necessidades. Não deve ser jamais solene ou ritualístico, com palavras e movimentos decorados a lembrar missas e demais cultos.
8. Para incentivar a participação dos filhos ou demais membros, com exceção dos pequeninos, é conveniente pedir que leiam mensagens espíritas, para reflexão do grupo. Incentivar também, com carinho, o comentário após a leitura. Sugerimos aqui os livros Fonte Viva e/ou Pão Nosso, de Emmanuel, Agenda Cristã e/ou Sinal Verde, de André Luiz.
9. Proferir a prece de encerramento e rogar, como exemplo, pela paz, harmonia, saúde e felicidade dos membros da reunião e de todos com os quais convivem. Desejando, rogar também pelos doentes, desamparados e infelizes da Terra. Por último, pedir a bênção de Deus para os familiares desencarnados, sem temor. A lembrança da prece alegra e pacifica os que partiram.
10. É completamente desaconselhável qualquer manifestação mediúnica durante o Evangelho no Lar.
11. Servir, após a prece de encerramento, a água fluidificada.
12. Tempo: o necessário para a família. Sugerimos uma reunião de 15 a 30 minutos. Música: sim, se for do agrado de todos. Sugerimos música instrumental, em volume baixo.
Elaborado pelo Instituto André Luiz
Site Espírita André Luiz - www.institutoandreluiz.org/

Adão Oliveira


Abandono de animais – A dura realidade da vida nas ruas.


A situação dos animais de rua no Brasil está cada vez mais delicada, e representa hoje um problema de saúde pública. Cães e gatos sujos, magros, famintos e doentes, muitas vezes invisíveis aos olhos da sociedade, reviram o lixo atrás de comida, transmitem doenças, vivem no relento sob o sol forte ou o frio intenso. São maltratados e rejeitados até que finalmente são recolhidos e encaminhados aos Centros de Controle de Zoonoses (CCZs), onde são, na maioria das vezes, sacrificados. Os CCZs representam então, outra cena triste desta história. Funcionando como depósitos superlotados, recebem animais de todos os tamanhos e raças, muitos deles cães e gatos que foram abandonados por quem um dia já lhes prometeu amor e proteção. Estima-se que, de 10 animais abandonados, 8 já tiveram um lar. São animais que, por um motivo ou outro, foram rejeitados, não superaram as expectativas de seus “donos” e por isso, foram descartados. Cresceram demais, adoeceram, não foram educados o suficiente, geraram gastos e aborrecimentos.
Outra atitude que normalmente acaba em abandono é a compra de animais por impulso, principalmente nas famosas feirinhas de filhotes ou pet shops. Os “maravilhosos” Pet Shops, com seus filhotes fofos e macios e ainda por cima por um precinho bem “camarada”, exercem fascínio sobre adultos e crianças, que acabam cedendo aos encantos dos pequenos. Assim, cães e gatos vão parar nas casas de milhões de brasileiros, enfeitados como presentes de Natal, Páscoa ou aniversário, como se fossem brinquedos bem elaborados. Porém, muita gente não sabe o que está por trás desse comércio abominável de animais. Filhotes vendidos em Pets Shops e feirinhas normalmente são provenientes de criações de fundo de quintal, ou seja, são animais sem o mínimo controle genético e que possivelmente darão muitas dores de cabeça aos seus guardiões. São animais cruzados indiscriminadamente por pessoas que se dizem criadores, mas que não passam de cachorreiros visando lucro à custa da exploração de cães e gatos.
Outro fator que contribui em grande parte pelo imenso número de cães e gatos abandonados é a
reprodução indiscriminada desses animais, muitas vezes intermediada pelos próprios guardiões. Este problema poderia ser facilmente minimizado se as pessoas aceitassem castrar seus cães e gatos de companhia. Mas não é tão simples assim. Muitas pessoas ainda têm resistência acerca deste procedimento por desconhecerem seus inúmeros benefícios ou por acreditarem que o animal castrado sofre, é mutilado, engorda, tem alterações comportamentais, necessita cruzar pelo menos uma vez durante sua vida entre outros mitos. Sendo assim, colocam seus animais para cruzar sem nenhum critério e acabam originando várias ninhadas de filhotes fofos, mas que depois de desmamarem lutam por um lar que os acolha com amor e responsabilidade. Muitos não conseguem o sonhado lar, e acabam abandonados pelas ruas. E quando conseguem, raramente são doados castrados e muitas vezes são vendidos, constituindo verdadeiras “fábricas de filhotes” que alimentam ainda mais o comércio de animais de “fundo de quintal”. A castração destes animais e dos filhotes antes de doar ajudaria não somente em relação à prenhêz indesejável e abandono, mas evitaria que vários problemas fossem passados de geração para geração, uma vez que estas cruzas são feitas sem o menor controle genético.
ao adotarmos um animal, não ganhamos apenas aquela sensação indescritível de dever cumprido, mas também um companheiro leal e carinhoso que nos protegerá sempre. Um amigo de verdade que nos trará felicidade e nos dará o privilégio de sermos amados incondicionalmente, nos transformando em pessoas melhores e ainda mais humanas.
Fonte: http://www.portalnossomundo.com/site/mais/artigos/abandono.html

Adão Oliveira

HISTÓRIAS DE CRIANÇA


Têm sido muito atraentes para variada gama de leitores algumas historinhas ocorridas tendo com seus personagens principais, crianças de tenra idade, comumente denominadas de crianças índigo. Não sei se seria esse o caso do pimpolho Rafael, meu neto de quatro anos, um branquinho enfezado de poucos amigos até, contudo um exímio observador de tudo o que acontece à sua volta.
Diariamente a avó materna telefona para a casa da filha esperando que ela a atenda, mas o telefonista de plantão é o Rafael, de quatro anos, que se antecipa ao irmão Gabriel, de cinco anos; Desta feita a vovó ao ouvi-lo pergunta-lhe como foi na escola? O que está a fazer naquele momento? Ele a responder-lhe tudo na ponta da língua: “Eu estou brincando com meu irmão, meu pai foi trabalhar e minha mãe saiu com minha tia”...
Esse é Rafa aquele pimpolho da historinha do Lobo Mau em que ele perguntara à avó se era verdade que o tal bicho comia criancinhas e ela dizia que era tudo de mentirinha, que lobo mau só comia crianças malcriadas, no que ele de pronto respondeu: “Então ele não come ninguém, porque ele é de mentirinha”.
Após breve bate papo, a vovó diz-lhe que naquele momento iria iniciar o Evangelho no Lar, iria orar para Jesus e pergunta-lhe se também o faz em casa e ele responde: “Todos os dias antes de dormir a minha mãe faz orações comigo e meu irmão Gabriel”.
Quando a vovó pergunta quais livros ela lê para eles e ele, não se faz de rogado e cita: “O evangelho segundo o Espiritismo, de Kardec e Histórias que Jesus Contou”, deixando sua interlocutora mais uma vez boquiaberta e muito feliz com a loquacidade do netinho matreiro.

terça-feira, 2 de junho de 2015

10 dicas de como usar o Whatsapp


1) Evite mandar correntes, mensagens de spam, propagandas e aquelas mensagens padrões que vivem circulando pela internet;
2)Atenção ao horário das mensagens, tente manter aquele padrão das 9h às 22h, se for um grupo de trabalho respeite o horário comercial (no máximo até às 20h). Neste item existem algumas exceções como os grupos de mamães que amamentam de madrugada, mas neste caso é melhor combinar antes os horários permitidos;
3) Evite mensagens desnecessárias, como aquele BOM DIA às 7h da manhã, sem nenhuma outra informação (ahhh!!! Nesses casos, a melhor postura é não responder…rs! melhor não incentivar);
4) Cuidado com a linguagem usada, respeite o tipo de grupo. Os grupos de trabalho devem manter a formalidade, os familiares podem usar uma linguagem mais informal, amável sem nenhum problema;
Ah! Isso vale para o próprio nome do grupo, em algumas configurações ele aparece na tela bloqueada do celular e outras pessoas podem ver! Rs! Pense bem!
5) Os áudios são excelentes, mas atenção ao excesso deles e também ao conteúdo. E lembre-se a pessoa pode demorar mais para responder um áudio, nem sempre é possível escutá-lo, a mensagem é mais prática nesses casos;
6) O excesso de fotos pode ser muito chato em alguns casos, pesa, trava e por vezes lota o rolo de fotos! Mande sempre que necessário, mas com cuidado (não precisa mandar o álbum inteiro do seu filho…rs!);
7) Sempre pergunte antes de acrescentar alguém ao grupo, isso pode gerar um super desconforto!
8) O excesso de mensagens, sem necessidade, é um dos motivos principais para deixar o grupo muito chato. Selecione os temas, e tente escrever tudo na mesma mensagem e não em varias mensagens em seqüência, além de ficar confuso o barulho de várias mensagens é muito inconveniente em algumas situações;
9) Muuuita atenção ao corretor, ele te coloca em várias “saias justas”! rs! (tenho certeza que isso já aconteceu com vocês!!! Rs!!!). Afinal, reler a mensagem é fundamental em tempo de corretor ortográfico.
 10) O Whatsapp é extremamente útil nos dias de hoje (já não sei viver sem ele!), mas lembre-se que além de uma ferramenta de comunicação extremamente eficiente, ele é uma forma de te aproximar das pessoas que você gosta, tente usá-la de forma a acrescentar coisas boas e úteis em sua vida, evite, sempre que possível, mandar mensagens sobre coisas tristes, reclamar de tudo e só falar de problemas!

MANTENHA NO SILENCIOSO EM PÚBLICO!

CABELO E BARBA


GENTE:
Os preços de salões de barbeiro e de beleza estão pra lá de Bagdá - Se voc quizer um corte cinco estrelas,se prepare para sacar 80 reais num desses salões de shoppings centers. Cabelo e unhas femininos então nem se fala. 
O motivo desse entroit é  passar uma história real ouvida por barbeiro eficiente e bom ouvinte:
E lá estava ele sentado na cadeira do barbeiro quase a dormitar com o chap, chap da tesoura a trabalhar (aparar) os seus já escassos cabelos prateados. Aos 69 anos, em rápidos lampejos passou a relembrar a sua vida de menino pobre oriundo do interior do Estado para morar em casa de parentes na Capital, repleta daqueles monstrengos barulhentos e "perigosos", chamados bondes. Foram anos e mais anos de trabalho duro para chegar aonde chegou, com família constituída, filhos criados, formados, empregados, e netos ainda a chegarem.
O APRENDIZADO
Aos oito anos além de frequentar pela manhã a escola primária daquele bairro do Centro Histórico de Salvador; à tarde era aprendiz de sapateiro, diariamente a subir e a descer a ladeira do Taboão a comprar sola, saltos, cola e tudo o quanto era aviamentos para a sua nova escola (humilde sapataria, oficina de consertos de sapatos) localizada num beco escuro de uma velha casa da Praça da Quitandinha do Capim.
Atividade lhe imposta para não deixá-lo ficar atoa, a para quedar (pongar) em bondes e ficar a jogar ferrinho com a molecada no largo de Santo Antônio, (segundo a tia dele, dona Maria Sodré, dona de um pensionato na casa de no. 169 da Rua Direita de Santo Antônio, onde morava de favor,): Jogo no qual se perdia a noção do tempo tendo-se que cercar o triangulo riscado no chão do opositor, impedindo-o de dali sair.
 Opção: Coloca-lo com aprendiz de sapateiro com o velho Silvério, que, ao lado de um experimentado auxiliar tocava o serviço advindo dos moradores das redondezas; geralmente moradores da Rua dos Carvões, Direita de Santo Antônio, Rua dos Ossos, São José de Cima e São José de Baixo; com fregueses até do bairro da Liberdade e da Lapinha.
Já rapazinho, numa dessas andanças pelo então movimentado comércio da ladeira do Taboão recebeu convite para trabalhar como espécie de vendedor de porta de loja de tecidos, com o compromisso de, diariamente ir buscar a marmita do almoço dos donos, um casal libanês.
A FOME
Para defender o almoço e alguns trocados, ali permaneceu até obter um emprego de office-boy Comércio, em uma companhia americana, a Dun & Bradstreet, de informações cadastrais, onde, de limpador do escritório passou a funcionário de carteira e, como exímio datilógrafo passa a seguir a trabalhar em bancos locais, como Correia Ribeiro, Nacional de Minas, Banorte e Banco da Bahia (atual Bradesco).
O horário diurno de trabalho só permitia estudar em colégios noturnos e, ao concluir os primeiro e segundo graus, ingressou na universidade onde se diplomou em professor, nem bem concluíra o estágio probatório numa escola particular, ali mesmo conheceu a sua futura esposa, também professora, com quem teve três filhos e estes lhes deram três netos.
Quando o barbeiro interrompeu seus pensamentos ao perguntar: “Vais querer fazer a barba, meu velho”?
Aquele velho a receber minguado salário de aposentado, a conviver a mais de 40 anos com a esposa, acredita ter atingindo a felicidade, se é que assim se pode chamar cuidar de netos e uma sogra, mãe idosa de 87 anos, pagar medicamentos caros, igualmente a planos de saúde de crianças e adultos, condomínio, contas de água, luz, telefone e, sobretudo supermercado com defasados rendimentos de aposentados.
- Acorda velho!-O senhor vai lavar os cabelos?
Quer álcool, talco ou loção Glostora?”
Araújo - Professor Aposentado


WHATSAPP AGORA É... MAS QUE CHATO “UÁI”!!!


Gente:
 Verdadeira encheção de saco voce ficar em local fechado, salas de esperas a ouvir piados insistentes dos Wahatsaps, verdadeira tortura. E a galera não está aí nem está chegando, pouco se importando com quem goste ou não. Aliás a falta de respeito e consideração pela maioria das pessoas que usam celulares em locais públicos é uma realidade, que precisa ser regulamentada. Como o foi o uso de se fumar em locais fechados, agora deveria se legislar sobre esse novo assunto. A não permissão do uso explicito desses ruídos e aparelhagens que interfiram na boa qualidade do ambiente.
 Você que não mais se lembra daqueles tijolões que eram denominados de celular e que está a conviver com uma infinidade de aparelhos de Iphones, Smartphones e uma variadíssima gama de programas que podem ser baixados com a maior facilidade, está agora no maior sufoco para se sair do tal de “Whatsapp”, que agora se chama? Uái que chato “sôr”; um horror tchê.
Ou seja, o tal de “Whatsapp”, (que se pronuncía ru-á-ti-sáp), virou febre no país inteiro e é a última palavra em comunicação rápida, fácil e audível vez que, além da mensagem que aparece na tela de seu celular ser escrita em caracteres da língua escolhida; Em alto e bom som, você ainda pode escutar no celular - viva vóz: Alô!! “Beeeemmm” , você que está na rua podes passar no mercadinho, na farmácia e na casa da mamãe e trazer umas coisinhas pra mim? ´É pouca coisa: “Frutas, verduras, carne, peixe,...” e, após a imensa lista o alerta final:”E não se esqueça de pegar o jornal sem antes passar no Banco e pagar as contas de água, luz e telefone, viu”?
Um sufoco...
Solução: voltar a modelo antigo, fazer nova programação ou Desligar a máquina?

P.S. Do Adão: eu não concordo com o Egnaldo, mas vou publicar, afinal, cada um, pensa como deseja. Whatsapp é excelente, sabendo usar... Existe nos aparelhos de hoje em dia, o modo silencioso e vibrar. Não é o Whats o chato... Falta Educação e Comedimento...

O FUMO NÃO DISTRAI, DESTROI


Toda maquiada da cabeça aos pés, tendo na bolsa um maço de cigarros Holywood ainda pela metade, aquela mulher de seus trinta e poucos anos adentrou na sala de espera para uma consulta com o especialista em pneumologia. Nem bem terminou de sentar-se ao lado de outros clientes, sacou da bolsa um isqueiro e, ao tentar acender um daqueles cigarros finos e longilíneos, foi alertada pela atendente que não era permitido fumar no local. Mesmo com aquela tosse seca insistente, não se deu por vencida e foi para o corredor do prédio onde passou a fazer o maior “fumacê”, até que foi chamada para a tão esperada consulta com competente médico de pulmão.
Conversa vai, conversa vem, quando o especialista ficou sabendo de suas constantes dores na região torácica, além de expelir escarros pastosos amarelados que denotavam problemas sérios na referida paciente viciada não só no holywood como dentre ouros Colomy, Yolanda branca, Yolanda Azul, Astoria, Minister e aqueles cigarrinhos de trabalhadores de roça, artesanais de fumo de rolo feitos com palhas de milho, além de, em ocasiões especiais charutos, verdadeiro festival nicotínico.
Após verificar algumas radiografias do pulmão, Dr. Amarantes, rodou para sua cliente um vídeo onde mostrou traqueias totalmente rendadas, esfaceladas, em frangalhos pela danosa ação destrutiva da nicotina, inclusive fotos de alguns cadáveres de ex-fumantes vítimas de cânceres de garganta, além de foto de um famoso cowboy de cinema americano que morreu de câncer de pulmão.
O médico, quando finalmente ia escrever medicações e procedimentos, foi interrompido pela cliente que, intempestivamente agradeceu as explicações, sacou da bolsa o maço de cigarros, o amassou totalmente e o jogou no lixo, e dali saiu para nunca mais voltar e, muito menos colocar um cigarro na boca.
História baseada em fato real, acontecido com a professora Valquiria Martins, que está bem viva aos 70 anos de idade, abstêmia.


MÉDICO DO POVO COMPLETA 89 ANOS

Fora alguns parentes e poucas as visitas, no aniversário de 89 anos do médico Herval Fontes de Lacerda, aposentado do SAMDU - serviço médico público de urgência da cidade de Salvador onde, por suas mãos foram salvas muitas vidas. Casado com dona Maria Rosa, pai de três filhos, ele é baiano nascido no bairro do Barbalho e há mais de 60 anos é formado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia e enquanto estudante universitário, como o ex-presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek, trabalhou nos Correios como rádio telegrafista, atividade essa que, devido ao horário corrido permitia-lhe frequentar suas aulas na antiga faculdade localizada no Centro Histórico da Capital baiana até se formar. MÉDICO DO POVO Devido ao gesto humanitário de até hoje a escutar dúvidas de pessoas que pouco conhece, ou como na década de 60, fosse na sua clínica no bairro do Caminho de Areia, na cidade baixa, no prédio onde morava, ou por onde passasse ocasiões em que, abordado por conhecidos, ali mesmo como várias vezes ocorria na banca de venda de peixes de Filhinho no cais da Ribeira, ela fazia consultas e sacava do jaleco seu bloco de papel e passava receitas sem nada cobrar.
Muito popular na época, na cidade, e instado para entrar para a política, como alguns de seus colegas médicos, nunca aceitou se candidatar a cargos eletivos, apesar das constantes propostas, preferiu continuar na clinica geral, contudo deu apoio a um de seus quatro irmãos, que foi eleito vereador pela Prefeitura Municipal de Salvador. O cidadão magrinho de cerca de 60 quilos, l, 56mts, de altura, casado com três filhos adultos e uma neta, Dr. Herval, profissional competente, de ilibada moral, pelos relevantes serviços prestados à comunidade baiana, está por merecer justificadas homenagens, não só pelo Conselho Regional de Medicina, como pelas Câmara Municipal e pela Assembleia Legislativa do Estado da Bahia.



‘CASAMENTO DE SERGIPANOS 31’. LOTA IGREJA EM SALVADOR- BA.

“Aqui estamos a abraçar a professora Rivanda e seu marido Paulo”, disse Ailton Viana, um velho amigo, além dos 40 convidados que vieram em dois ônibus especiais de Aracajú para a solenidade religiosa de dois aposentados sergipanos, ato esse oficiado pelo padre, primo da noiva, da Paróquia de Itabuna especialmente convidado para o casamento, ocorrido na manhã deste domingo, 31 de maio, na lotadíssima igreja das Dorotéias, no bairro do Garcia, na Capital baiana.
Após 39 anos a viverem no mesmo teto, a noiva de 76 anos, a professora aposentada Rivanda Mendonça, de véu e grinalda, disse “o sim” radiante ao Paulo, o noivo e futuro marido, este de 86 anos de idade, com semblantes vibrantes de felicidade. Após a cerimônia os convidados foram brindados com um coquetel nas dependências do Clube Casa da Itália, ao som da Camerata Castro Alves, sob as regências dos maestros e tecladistas Raymundo Magalhães e Marcos Santana.
MULHER DE VISÃO
- “Conheço a professora Rivanda, há uns sete anos e tenho grande admiração pela sua garra diante da Sociedade Unificadora dos Professores, e tenho-a como uma mulher de grande visão”, disse a médica oftalmologista Flávia Vilas Boas, de mais dadas com seus dois filhos pequenos e uma grande caixa decorada envolvendo o seu presente de casamento, cujo coquetel ocorreu ao lado do Palácio da Aclamação, na Casa da Itália.