domingo, 26 de junho de 2016

NA FILA DO FILÉ MINGHON

E lá estávamos nós na fila do fumacê (sem fumaça), por assim dizer, vez que alí aguardávamos a nossa vez de pedir ao churrasqueiro o pedaço de carne que gostaríamos que ele assasse para nós. Alí naquele grande hotel do complexo hoteleiro de Saúipe, (localizado na linha verde, estrada que liga Salvador a Sergipe) quando aquele jovem baiano, portando uma criança nos braços nos lembrou que a vida precisa ser vivida e usurfruída, mesmo como ele, com algum sofrimento, pois houvera perdido no pós parto da esposa, a outra irmãzinha (por defeito congênito) daquela menininha gêmea, agora só. 

A fila começou a andar e a nossa fome também, chegou a nossa vez de nos servirmos, como o fizemos e nos dirigimos para nossas mesas com nossos pratos repletos daqueles deliciosos acepipes, comidas da melhor qualidade, que, para nós brasileiros a atravessar essa crise de desemprego e inflação, é uma oportunidade de ouro, ainda mais, por se tratar de um pacote turístico de final de semana no valor de dois mil e cem  reais por casal, pagável em até 10 prestações no cartão de crédito, com direito a levar uma criança sem pagar.

LUCIDEZ
É preciso que os empresários tenham lucidez o bastante para realizar tamanho empreendimento como esse de Sauipe, com suas Alas Terra, Sol, Água, a preservar a ecologia local, onde se pode apreciar a beleza da sub-mata atlântica marítima, com seus cheiros tão exclusivos, seus pássaros e seus riachos, e o indelevel festival sonoro das ondas do mar a fazerem seus indeléveis chuás nas praias.

Trabalhar e; Viver é preciso; e amar a natureza e a sí mesmo, é mais do que imprescindível e importante para que se possa nos aproximar mais de Deus sobre todas as coisas, nos amando e  ao próximo como a  nós mesmos.

Egnaldo Araújo -´ DRT - 4230 -  DF.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

FEZ FACULDADE DE TURISMO
E NÃO TEM ONDE TRABALHAR

Gente:

Nem dá para acreditar na quantidade do surgimento de faculdades de turismo que aconteceu há uns 20 anos no Brasil, isso em acrescentar aí, as de Direito, Economia, Medicina e Direito, dentre outras. Agora me diga para que? Vez que somente em Salvador, Capital do estado da Bahia, nos últimos dois anos dois grandes hoteis fecharam as portas inclusive, Faculdades essas que jogaram milhares de jovens turismólogos, num mercado sem absorção. Assim é que, com a suas descredibilidades, muitas delas fecharam as portas. O problema basicamente se encontra na questão da administração pública que, com a quebradeira, da economia, e a falta de investimentos na área de Educação e Tecnologias., o pais fica à deriva. Com a questão dos desvios dos dinheiros públicos, leia-se a questão da Petrobrás, dentre outros, recentemente foram demitidos quase 40.000 trabalhadores dos estaleiros do Baixo Sul baiano.

Para o empresário de turismo e dono de hotéis de luxo Guilherme Paulus, a solução mais sensata seria que aquelas empresas que empregasse jovens, que são os mais afetados, estariam isentas de certos impostos. "Precisamos fazer esse segmento trabalhar", lembrando que o problema é a crise política. Com medidas desse tipo, no máximo em cinco anos haveria recuperação do setor de serviços.


O trabalho dignifica o homem, contudo é preciso que tenhamos onde trabalhar. Precisamos contar com políticos sérios, honestos e empresários igualmente centrados na busca do desenvolvimento como um todo, não simplesmente participar de corrupções homéricas, como a constatada pela Lava Jato, que está causando  a queda de máscaras e deixando a comunidade decepcionada com tais fatos degradantes. Com Educação, para frente é que se anda e, assim é que deverá ser nosso maior objetivo.


Egnaldo Araújo -   DERT - 4230 -  DF.

domingo, 19 de junho de 2016

UMA TREZENA PARA UM SANTO ANTÔNIO



Pela primeira vez nos últimos setenta anos, na casa da professora aposentada Helita Martins, no bairro do Barbalho, em Salvador – BA; não se ouviu os cânticos em homenagem a Santo Antônio devido estar à mesma hospitalizada, Mesmo assim, no seu leito do hospital Santa Isabel, recebeu a visita de sobrinhos e amigas professoras. Mas não foi dispensada de sua promessa e, mesmo de olhos fechados a dormitar ouviu à capela algumas estrofes solfejadas do: “Glorioso, Santo Antônio, Subiu precioso insensoooo”, pelos sobrinhos Valquíria e Egnaldo Araújo, na esperança de que a mesma pudesse soprar suas 95 velinhas, de aniversário a serem completados no próximo dia 03 de julho, o que não acontecerá, vez que Helita faleceu, na noite do último dia 14 naquele hospital da Capital baiana.

HISTÓRIA DE VIDA

Filha de dona Helena com comerciante nazareno sr. Alfredo Deiró, teve quatro irmãos, (Hugo, Levi, Guilherme e Helenita; já falecidos), a professora de Educação Física, Helita diplomou-se pelo Instituto Normal da Bahia., atual ICEIA, - Instituto de Educação Isaias Alves, em Salvador, na década de 40, e, após atuar em escolas do interior do Estado da Bahia, como Nazaré e São Miguel das Matas, retornou à Capital onde se aposentou. De temperamento descontraído, a solteirona convicta, nunca deixou de cultuar o Santo Casamenteiro, Santo Antônio, ao qual por mais de setenta anos vem promovendo suas trezenas de Santo Antônio, reunindo amigos, sobrinhos e vizinhança. Neste ano de 2016, contudo sua devoção teve que ser interrompida por uma cirurgia em uma das mamas, o que a impossibilitou de cumprir o compromisso com o amado Santo Antônio.

Egnaldo Araújo - DRT – 4230 - DF.

Acesse o blog – LIBERDADE, LIBERDADE E AMOR...

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Blog de Volta

Alô, pessoal!

O São João está chegando e o nosso blog também está voltando.

Beijos e queijos

Egnaldo

sábado, 30 de abril de 2016

ROUBARAM MEU CELULAR E FIQUEI SEM FALAR DE VOCÊ!

Fiquei literalmente sem fala, sem voz, muito menos sem a mínima vontade própria em me comunicar com alguém daqui de perto de mim, ou mesmo a longa distância, vez que naquela hora eu queria mesmo era a maior distância de todo mundooooo, do jeito muito puto da vida em que fiquei.
. Uma das piores coisas deste mundo é o de você se sentir com as calças nas mãos, roubado à luz do dia, sem ter a quem registrar queixa para ter de volta do seu sáp tope. Aquele ladrão ou ladra velhacos, mais quem iria adivinhar que ele iria bagunhar, lá no bolso de baixo do bermudão o aparelho de celulose? Quem?
Mas só mesmo ao chegar a casa, ao procurar o tal do Grambél metido à besta é que constatei que ali, não havia o mais leve indício de tal tecnologia, que ainda devo seis paracelas e o qual está a me custar ainda uma grana preta pelas restantes das prestações. Não me restou dúvida, liguei para o 1057 e descarreguei as minhas lamúrias, números de fatura do tal aparelho, marca, sexos, opção religiosa e sexual e tudo o mais. Para depois de tudo ter a seguinte explicação: De volta mesmo, o senhor, duvido que terá seu aparelho para o seu manuseio, mas que ele vai demorar de falar vai, e muito, principalmente depois que bloqueamos todas as possibilidades de ser feito o seu recadastramento por algum pirata...
E agora aqui faço o meu apelo para quem encontrou o meu Celular, que tem um chaveiro com o brasão do Timão, que me ligue que irei de imediato apanhá-lo onde estiver.
ALÔ, ALÔ, Não deixe de me ligar...
Egnaldo Araújo – 9-87002760

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Onde Passam bois e boiadas

Hoje relembro os tempos
De vivência vivenciada
A Suar do rincão verão/inverno
A morejar na invernada
Ainda, como se fosse hoje
Me reencontro com a poeira
Deixada pelas boiadas
A serem tocada por boiadeiros
Era aquela grande manada
A trotar noite e dia
Tendo a frente a aboiar
Seu condutor, o seu guia
Hoje, tudo são coisas passadas
Agora os bois viajam amontoados
Comprimidos em carretas ou 
Nos porões de navios embarcados
Assim deixam de oferecer nas aguadas
Os tão esperados bois de piranha
Para alimentar os famintos jacarés
A encher as suas entranhas;
Cadê o vaqueiro, o homem
Caçador a ser caçado
À caça de terra, de comida
E, pela fome, estropiado?

UMA PIRIGUETE QUE “MATOU” O PRESIDENTE



Ao contrário do que se diz e vem se tornando lugar comum, e que a maioria das pessoas afirma a baterem de pés juntos, que aquele mineiro, JK ex-presidente da República teve morte num acidente de trânsito na estrada São Paulo, Rio de janeiro, fruto de uma espécie de tocaia no asfalto, levando o carro em que viajava conduzido pelo seu experiente motorista, a ser abalroado por uma carreta, causando a sua morte. “Nada disso”! Afirma um personagem contemporâneo do referido político: ”Mulherengo como ele era; o que houve foi resultado da visita amorosa que fora fazer a uma sua paquera na Capital paulista, levando-o até ali, e dali para a morte na estrada, por causas factuais.” Disse um hoje destacado jurista baiano.
CASINHA NA COLINA
O mesmo advogado, personagem que atuava como espécie de lobista na Capital Federal, época em que a governava o engenheiro baiano Elmo Farias, nos conta que aquele ostracismo em que JK vivia em sua pequena chácara em Luziânia – Goiás, o deixava em situações difíceis.
Como o da carência de ter que passar um trator na estradinha de terra que ligava a sua propriedade ao município, tendo que vir a ter que pedir favor a um amigo do Governador de Brasília, que, ao alegar esse que tinha dificuldades em atender o referido pleito, isso devido à situação delicada de JK com os milicos. Mesmo assim liberou o personagem para, em seu nome, cuidasse do assunto. O que foi feito e resolvido pelo então Secretário de Agricultura do GDF, que enviou tratoristas com tratores novinhos em folha para resolver e, ”tratorado“ o assunto. Contudo ainda restava botar luz no local, o que era uma missão quase impossível, contudo com outra providência conjunta com entidade financeira estatal, foi-lhe concedido financiamento e com tais recursos foram feitos o posteamento e instalação de fiação nos 42 quilômetros de estradinha,
beneficiando, contudo, todos os proprietários rurais daquele entorno de Luziânia.
Enfim, esse é mais um capítulo das deliciosas histórias da Presidência, como a história das jabuticabas enfurnadas no sapato de JK, e, dentre outras, o seu encontro casual com esse jornalista no Aeroporto de Brasília, quando carregou no colo seu filho pequeno, hoje com 40 anos de idade.

ESTOU SEMPRE A ACREDITAR EM VOCÊ

Naqueles momentos incertos e até plúmbeos
Ficamos todos a esperar essa abaixo, claridade
Estaremos todos a acampar na imensidão
Daqueles amores, chamados saudade;
Naquelas vagas tão sublimes e altaneiras
Vejo você a navegar tão solidão a dois
A se instalar e flanar sobre nuvens brancas
De se apaixonar, bem dantes e depois;
Aquela fé tão inspiradora e harmoniosa
Que me destes aos primeiros raios do dia
São verdadeiras sagas - Estelares
Só fina flor - FÉ PURA SINERGIA.
FÉ LIZ NATAL